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ARAPIUNS
  • Pensão completa na pousada
  • Barco de Alter do Chão nos pacotes
  • Equipe própria na logística
  • Anfitrião local na Villa

A Villa inteira, só para o seu grupo

A partir de 15 pessoas a Villa opera em exclusividade: os treze bangalôs, o pavilhão, o redário e a praia sem ninguém de fora. Vêm para cá retiros, equipes de empresa, quem observa aves e quem quer aprender a pesca de mergulho com os ribeirinhos.

13 bangalôsaté 26 hóspedesexclusividade a partir de 15

Fileira de onze mulheres lado a lado dentro da água rasa do rio, sorrindo de frente para a câmera
Um grupo na água · a Villa inteira reservada
  1. Treze bangalôs

    Até 26 hóspedes acomodados.

    13 unidades

  2. Exclusividade a partir de 15

    Acima desse número, ninguém mais entra na data.

    15+ pessoas

  3. Roteiro desenhado junto

    Casamento, retiro, formação, aniversário — o dia se organiza em volta do seu grupo.

  4. A tarifa é por grupo

    Cai conforme o número de pessoas e de noites, e a Villa fechada tem condição própria. Traga as suas datas que a gente fecha o número.

    consulte

Grupos acima de 26 hóspedes: consulte disponibilidade.

Consultar datas

Quem vem em grupo

Quatro modos de ocupar a mesma Villa. O que muda é o desenho do dia — a estrutura é sempre esta.

Roda de cerca de vinte pessoas sentadas em tapetes no piso de madeira do pavilhão de palha, voltadas para um facilitador em pé, com a mata visível pelos vãos abertos
A roda no pavilhão · a Villa fechada para um grupo

Retiros

O pavilhão de palha comporta o grupo inteiro sentado em roda, e a prática começa antes do café. Depois do dia ficam o redário entre as árvores, a praia e o rio, e nenhum horário de terceiro para respeitar. Retiros de yoga, de meditação e de formação já aconteceram aqui com a Villa fechada.

Pavilhão aberto de telhado de palha sobre piso de madeira, com espreguiçadeira, cercado pela mata
O pavilhão de palha · onde o grupo se senta inteiro

Empresas

Espaço coberto para o time reunido, mesa comprida para trabalhar e o dia inteiro de atividade fora dela: trilha, canoa, farinhada com as comunidades. A equipe chega junta e não divide a Villa com outro grupo.

Sobre sinal, o combinado é claro. Há Starlink no local para o que não pode esperar, e ele não sustenta o time inteiro em reunião on-line ao mesmo tempo. O que esta viagem entrega não é escritório com vista: é o time no mesmo lugar, sem tela no meio — que costuma ser exatamente o motivo de trazer gente para cá.

Quatro pessoas dentro de uma canoa de madeira no igapó, entre troncos submersos e cipós, sobre água escura e parada
Canoa no igapó · a saída da manhã

Observação de aves

A saída boa é a primeira: antes do sol, de canoa pelo igapó e a pé pela mata, com o guia da Villa e com os moradores de Atodi, que caminham ali desde sempre. Não há torre nem mirante — há a hora certa, o silêncio e quem sabe onde olhar.

Peixes grandes abertos e assados na brasa sobre folhas de bananeira, com rodelas de limão, postos numa esteira na areia à luz de velas
A mesa da noite · peixe assado à luz de vela

Pesca de mergulho noturna

Sai depois do jantar, na canoa dos moradores. A técnica é deles: lanterna na água, mergulho de apneia, zagaia. Quem ensina é quem pesca ali todo dia, e o que vem do rio naquela noite vai para a mesa.

Atividade paga diretamente à comunidade e conduzida por quem tem o direito de pescar dentro da Reserva Extrativista Tapajós-Arapiuns. Não é pesca esportiva.

Amazônia com responsabilidade

É o que um grupo precisa poder contar depois, e aqui não depende de boa vontade: são cinco fatos verificáveis.

  1. O dinheiro entra na comunidade

    Farinhada, tecelagem, massagem e a visita às comunidades são pagas diretamente às famílias que recebem o grupo. Não passam pela pousada.

    pago à comunidade

  2. O guia e a equipe são de lá

    A cozinha, o barco e o caminho estão com quem mora no rio. É trabalho local, não roteiro trazido de fora.

    equipe local

  3. Dentro de uma reserva extrativista

    O Arapiuns corre dentro da RESEX Tapajós-Arapiuns, e o que se pesca ali segue o acordo de pesca da reserva.

    RESEX Tapajós-Arapiuns

  4. A energia é solar

    As placas ficam no telhado do pavilhão, à vista de quem passa por ele, e é delas que vem a energia da Villa.

    energia solar

  5. O tamanho do grupo é o tamanho da Villa

    Treze bangalôs, no máximo 26 hóspedes. O limite não é posição de marketing: é quanto a Villa tem.

    13 bangalôs · 26 hóspedes

Cinco mulheres da comunidade sentadas no chão de terra entre as árvores, trançando feixes de palha tingidos de laranja e vermelho
A oficina de tecelagem · paga direto às famílias que recebem o grupo

Onde o grupo se reúne

Quatro espaços comuns, e na exclusividade eles são só do seu grupo: ninguém de fora entra na data.

Pavilhão comprido de telhado de palha com placas solares no alto, quinze pessoas em pé sobre o deck de madeira no fim da tarde
A shala · o grupo inteiro sob a palha
Duas redes listradas penduradas sob um telhado de palha assentado na areia, com a mata e o rio ao fundo
O redário · redes à sombra, de frente para o rio
Mesas compridas do refeitório postas com jogos americanos de palha trançada e canecas escuras
O refeitório · mesas compridas
Bancos de tronco maciço formando uma roda na areia da clareira, cercados pela mata
A roda de fogo · bancos de tronco
Praia à noite: o grupo sentado em roda na areia em volta de uma palmeira, cercado por dezenas de lanternas de vela acesas, com o rio iluminado pela lua ao fundo
A piracaia · o grupo inteiro em roda na areia, à luz de velas

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